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sexta-feira, 29 de maio de 2009

Astronauta Discos apoia festival 'Maracatu Lunático'


Maracatú Lunático

Em parceria com a Maracatu Brasil, loja em Laranjeiras (RJ) do baterista Guto Goffi, a Lunático Discos (divisão da Astronauta Discos dirigida pelo produtor André Bona, do site www.tosembanda.com) lança o festival 'Maracatu Brasil' para ajudar artistas a chegarem ao mercado.

E a Astronauta Discos, com a Tratore Distribuidora, apoiam lançando, divulgando e distribuindo os produtos da Lunático Discos -- o primeiro será o CD da banda Menino Prodígio, ganhadora do Festival Lunático 2008.

O Maracatu Lunático é um festival de ROCK englobando todas suas vertentes e tem como objetivo proporcionar um espaço para exposição e divulgação do trabalho de bandas e músicos, gerando maior interação entre bandas, público, imprensa, produtores, empresários e pessoas ligadas a música, profissionalmente ou não. Inscreva sua banda no Festival Maracatu Lunático. Informações no site www.rockcidadao.com.br

Apoio: Astronauta Discos/Tratore Distribuidora
www.astronautadiscos.com
www.tratore.com.br

sábado, 23 de maio de 2009

Eu sou Mutante!


Eu sou sincero e fui, em janeiro, na gravação do DVD da minha querida e ilustre Rita Lee. Eu a amo. Todos sabem. Isso não é o foco do texto. O foco do texto é o DVD e o CD que ela acaba de lançar pela Biscoito Fino, o 'Multishow Ao Vivo - Rita Lee'. E me impressionei!

A tal gravação de DVD, todos também sabem, é sempre mais chata! Tem repetições, falhas, etc. Mas é assim mesmo! E eu fiquei meio estranho lá, achando que tava complicado, etc. E achando que não estava rolando como sempre. Mas o DVD editado e lançado prova exatamente o contrário do que eu achei, e preciso dizer isso aqui. Ficou ótimo. Parabéns a todos e, claro, principalmente à Rita e ao diretor Rodrigo Carelli.

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Ogum São Jorge



ORIXÁ da guerra, das batalhas, dos metais, da agricultura, dos caminhos e da tecnologia. Em muitas lendas aparece como irmão de Oxóssi e Exú.

Um símbolo de Ogum
sempre visível é o màrìwò (mariô) - folhas do dendezeiro (igi öpë) desfiadas, que são colocadas sobre as portas das casas de candomblé como símbolo de sua proteção. Depois de Exú é o Ogum que está mais próximo dos homens. Seu símbolo principal é uma espada de ferro chamada idà, seu dia é a terça-feira. Senhor da guerra, dono do trabalho porque possui todas as ferramentas como seus símbolos. Orixá do fogo e do ferro em que são forjados os instrumentos como espada, a faca, a enxada, a ferradura, a lança, o martelo, a bigorna, a pá, etc. É o dono do Obé (faca) por isso vem logo após o Exú porque sem as facas que lhe pertencem não seriam possíveis os sacrifícios. Ogum é o dono das estradas de ferro e dos caminhos. Protege também as portas de entrada das casas e templos. Ogum é protetor dos militares, soldados, ferreiros, trabalhadores e agricultores. O ARQUÉTIPO DOS FILHOS DE OGUM - Os filhos de Ogum possuem um temperamento um tanto violento, são impulsivos, briguentos e custam a perdoar as ofensas dos outros. Não são muito exigentes na comida, no vestir, nem tão pouco na moradia, com raras exceções. São amigos camaradas, porém estão sempre envolvidos com demandas. Divertidos, despertam sempre interesse nas mulheres, tem seguidos relacionamentos sexuais, e não se fixam muito a uma só pessoa até realmente encontrarem seu grande amor. São Jorge é o santo patrono da Inglaterra, Portugal, Geórgia, Catalunha, Lituânia, da cidade de Moscou e, extra-oficialmente, da cidade do Rio de Janeiro (título oficialmente atribuído a São Sebastião), além de ser padroeiro dos escoteiros e do S.C Corinthians Paulista. No dia 23 de Abril comemora-se seu martírio. Ele também é lembrado no dia 3 de novembro, quando, por toda parte, se comemora a reconstrução da igreja dedicada a ele, em Lida (Israel), onde se encontram suas relíquias, erguida a mando do imperador romano Constantino I. Há uma tradição que aponta o ano 303 como ano da sua morte. Apesar de sua história se basear em documentos lendários e apócrifos (decreto gelasiano do século VI), a devoção a São Jorge se espalhou por todo o mundo. A devoção a São Jorge pode ter também suas origens na mitologia nórdica, pela figura de Sigurd, o caçador de dragões


Beck - One Foot In The Grave


Nos primórdios dos primórdios dos anos 90, Calvin Johnson (Beat Happening) e o então desconhecido cantor norte americano Beck Hansen -- cuja única referência era ser o neto de Al Hansen, integrante do controverso grupo experimental de artes Fluxus, montado em Nova York nos anos 60 -- criaram um disco inacreditavelmente ótimo. Desprentesioso, o biscoitinho fino se chama 'One Foot In The Grave' e se tornou, obviamente, uma referência para quem gostava de boa música nova naquela época. Agora, está provado que o disco influencia até hoje.

Foi relançado agora em edição luxuosa, em diversos pacotes diferentes. Um vem com uma sacolinha com o nome de uma das músicas inéditas que são bonus track, o outro traz a sacola + a camiseta, o outro oferece download digital em alta qualidade e, o outro ainda, se concentra no CD e no vinil (eu disse vi-nil!) duplo com o disco dos rapazes moderninhos.

O mais caro dos pacotes sai a US$ 50 dólares + taxas, em média, e o que vale a pena nisso é o fator exclusividade. Vale muito para os fãs. Mas qualquer um já pode baixar, de seu computador, através de um programa de downloads do tipo Soulseek, sua versão com faixas inéditas -- como 'Teenage Wastebasket" (em duas versões, acústica e elétrica) e 'Favorite Nerve', ou 'Piss on the Door', além de 'Sweet Satan'. Tipo...na boa... só ouvindo! Gosto do Beck e conhecia quase todos os bônus quando esse 'reissue' caiu em minhas mãos, anteontem. Mas fiquei boquiaberto com as novas. E considero este um dos álbuns mais fodas e mais modernos (não "mudernos") que já ouvi, que considero também o da estréia de Os Mutantes em 1968 pela Polydor, aquele que traz Bat Macumba com Naná Vasconcellos na percusão e a guitarra-serra de Sérgio Dias.

Deliciem-se. E digam algo about....

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Retrospectiva do Cine Arte UFF começa dia 17


Retrospectiva 2008

17 a 30 de abril


Em 1983, o Cine Arte UFF organizou a primeira Retrospectiva. O sucesso foi enorme, com números inimagináveis atualmente. Em apenas um dia, A mulher do lado teve 748 espectadores. O filme mais visto em 1985 foi O sentido da vida (996 ingressos). Em 1986, O feitiço de Aquila foi visto por 914 pessoas e, em 1987, Tangos – o exílio de Gardel bateu todos os recordes com 1179 pagantes. A Retrospectiva daquele ano teve um público total de 13.916 pessoas. Os filmes levavam cinco anos para serem exibidos na televisão e a mostra era uma das poucas oportunidades para ver ou rever os mais importantes títulos do ano.


Mesmo com o advento do vídeo, e depois do dvd, o espaço entre o lançamento nos cinemas e nessas mídias era grande, mantendo a Retrospectiva como evento importantíssimo. Mas, a partir de 1995, a mostra perdeu força. Recuperou-se um pouco em 2001, porém nunca mais foi a mesma. E os últimos dois anos tiveram o pior público de todos os tempos, com um total de 2524 e 2027 espectadores respectivamente.


Atualmente, com a possibilidade de baixar quase tudo na internet e com boa parte dos filmes saindo em DVD logo após a passagem pelos cinemas , a Retrospectiva ganhou contornos de evento anacrônico. Mas, curiosamente, a programação ainda gera expectativa entre cinéfilos.

A solução, nos últimos anos, foi desvincular o catálogo da mostra, cada vez mais restrita pela indisponibilidade de cópias de muitos títulos. Estas têm sido destruídas muito rapidamente após o lançamento em DVD. Atualmente, o catálogo é nossa real Retrospectiva, que inclui os dez filmes preferidos do público e cerca de outros trinta apontados pelos programadores do Cine Arte UFF. Resta, então, programar alguns poucos títulos inéditos, outros tantos que o público ainda pode ter algum interesse em ver, e insistir nos que foram pouco vistos e merecem uma segunda chance.


Se com os longas-metragens, a organização tem sido complicada, ainda temos o Nictheroy Cine Clube e os curtas. Sem tantas restrições, o cineclube apresenta os melhores filmes produzidos em 2008. Foram tantos que a programação foi dividida em duas sessões. A primeira abre a mostra e a segunda acontece em maio.

domingo, 22 de março de 2009

Mercado independente de hoje!


Alô artistas e bandas,


Temos um modelo de trabalho voltado para o artista novo (ou inédito, mas experiente!) que é totalmente novo também! E nem todo mundo entende
"de prima". Este é justamente nosso diferencial principal.

Não somos iguais a esses "selinhos de aluguel" que você encontra o carinha que te propõe
mundos e fundos e não realiza nada e ainda bota sua marca por cima e prende seu disco, sem
gostar, sem se envolver.

Somos exatamente ao contrário,
Nosso perfil é de quem, desde 1999 no mercado independente mas desde 2004 atuando nesse novo formato (ou uma transição dele, entre 2004 e 2006), propõe,acima de tudo, que toda e qualquer ação e produto do ARTISTA seja dele, e ele seja seu próprio DIRETOR/PATRÃO, mas ao invés de correr atrás sozinho, corre com um LABEL de qualidade.
Claro, para essa parceria ocorrer, temos que gostar do ARTISTA e seu projeto, justamente porque
existe essa Direção Artística do selo, feita por mim, etc. Ok, primeira parte.

Por isso, legal pra nós nessa conversa é saber: em que podemos ajudar? Conheceu nosso perfil, pesquisou, links, etc... o myspace, o site oficial, ambos têm rádios com sons, etc, blabla... podemos trocar essa figurinha conceitual, cultural, de início, pra tentar uma conversa. O que esperam de nós?

Esse "modelo novo" inclui sua própria conta e risco, custos e prejuizos, investimentos e lucros. Mas, também, seu disco não terá como sócia uma multinacional -- tipo um banco. Exemplo: Pensa no Caetano Veloso, que deixa uma obra de cerca de 30 discos (que foram "bancados" pelas gravadora -- no caso, Universal, que então, exerce poderes sobre as masters para sempre - e com razão, pois ela investiu muito dinheiro ao longo de décadas nesse artista!). Pois bem: melhor se Caetano pudesse administrar esses discos - ou sua familia, caso ele fosse falecido. Por quê existem "coletâneas" não autorizadas? Então, qual é o melhor modelo de contrato? Resposta: O Contrato de Licenciamento, mas com uma produtora/agência/selo por trás, que fará acordos e prestará seus serviços, nem sempre tendo (ou quase nunca) royalties, e sim, comissões das masters.

Enfim... temos empresa, com advogado, contador, etc e tal, nota fiscal e tudo é real. Esta aí. Além de tudo, é uma empresa -- e precisa captar, realizar, produzir. :)

O correto para nossa relação, selos/bandas, é pensarmos nesse exemplo de mundo fonográfico, pra começarmos a nos relacionar profissionalmente. Os Beatles montaram a Apple, precursores,
e depois vieram artistas montando seus selos e produtoras, editoras.

Corações Perfeitos/EMI (Legião Urbana)...Duncan Discos/Universal Music
(Zelia Duncan)... Phonomotor/EMI (Marisa Monte), Cafuné Produções/EMI
(Seu Jorge) e por aí vai, citando exemplos clássicos de ontem e de hoje, no Brasil e no exterior.


Nós incentivamos a todos montarem seus selos, produtoras, captarem -- e
buscarem ajuda profissional, como a nossa, por exemplo. Ou mesmo de uma
major, ou propondo novos formatos, etc. Estamos reinventando a roda e
os artistas/bandas fazem parte disso! E devem, sim, ser donos de seus
negócios. Mas gerenciá-los pode ser complicado, já que ele tem uma
carreira como artista. Nessa cadeia, é aí que entra o PRODUTOR.

Este é nosso "way of life" no Mundo Astronauta, no Planeta Terra!

Cuidado com diabinho vestido de anjo pra entrar no céu, esse mercado tem muito mentiroso de plantão! Principalmente em RJ, SP... Preste a atenção em advogados, produtores e até mesmo artistas coniventes!

Do it yourself!

Namastê!

Jesus Menino

Psicografado por Leonardo Rivera

domingo, 22 de fevereiro de 2009

Jovenzinho presunçoso


Taí uma letra de música minha, que serve para um punk rock clássico 77.

Jovenzinho Presunçoso!



Jovenzinho presunçoso!
Jovenzinho presunçoso!
Jovenzinho presunçoso!
Jovenzinho presunçoso!

Gosta de música merda
Pensa que é gente boa
Gosta de comer merda
Fica rindo por aí à tôa!

Jovenzinho presunçoso!
Jovenzinho presunçoso!
Jovenzinho presunçoso!
Jovenzinho presunçoso!

Entra numa com a cara dos outros
Acha a Lapa o máximo e tal
Tem banda de rock com uns caboclos
Caiu de uma boléia da Capital

Jovenzinho presunçoso!
Jovenzinho presunçoso!
Jovenzinho presunçoso!
Jovenzinho presunçoso!

* Dedicada a homenageado secreto do rock!